Nossa, como estou infeliz!

Nossa, como estou infeliz!

A maior parte das pessoas acredita, erroneamente, que se sentirá feliz quando chegar ao pódio de suas atividades, como no cargo mais alto do emprego, por exemplo. Mas isso não é real. Não é preciso ser o melhor aluno, o mais bem sucedido profissionalmente nem o mais rico para sentir-se bem consigo mesmo.

Muitas vezes, na nossa rotina, acabamos deixando de lado pequenos prazeres em prol de atividades que julgamos ser mais importantes para o sucesso profissional e social. A partir de escolhas assim, surgem muitas queixas de pessoas infelizes e insatisfeitas com a vida que tem. Adiar constantemente pequenas atitudes de cuidado próprio e lazer dificulta a construção de sentimentos positivos, gerando assim sobrecarga de estresse físico e emocional. Para o nosso bem-estar, as sensações de plenitude e positividade são necessárias, logo, devem ser diariamente construídas e mantidas. Por essa razão, devemos estar sempre atentos a tudo que possa prejudicá-las.

Embora clichê, a satisfação está no caminho que percorremos e não no topo da montanha. Por isso, o caminho deve ser o mais florido possível. Uma dica simples e prática é a seguinte: toda vez que você sentir algo bom, tente ficar uns 30 segundos em silêncio, contemplando a sensação de contentamento. Isso ajuda seu corpo a reconhecer a emoção positiva e a potencializá-la para outros momentos de distração. Uma pequena atitude, bem simples, mas com resultados extremamente satisfatórios. Que tal tentar?


Undefined_2fimg_8688 Fabiane Gori Curvo

Psicóloga, formada pela PUC-Rio. Especializada em Terapia Cognitivo Comportamental e pós-graduanda em Psicologia Positiva. Tem experiência na área de Terapia Dialética Comportamental, que ajuda na redução do estresse e na regulação emocional. Seu foco é no atendimento clínico individual e em grupos terapêuticos que realiza em seu consultório na cidade do Rio de Janeiro.

fabiane@saladeideias.com.br

Escreva para a gente

Icontalk POR AQUI